terça-feira, 28 de setembro de 2010

Viver 5S


Servir é fundamental. É a base da vida em sociedade. Servir é uma das qualidades mais importantes do bom líder.
Porém, a conjugação deste verbo merece alguns cuidados. Com ele, não podemos dizer" quanto mais melhor".
Até certo ponto a capacidade de servir gera benefícios. Depois, pode gerar uma relação de servidão, em que as pessoas caem em uma espécie de escravidão voluntária e viciosa. A partir daí. nenhuma das duas partes é beneficiada. Quem presta serviço se cansa em excesso; quem recebe, cai na letargia corrosiva.
O líder servidor exagerado poda a capacidade de crescer dos liderados, ou seja, deixa de ser líder.
E quanto ao 5S?
Devemos servir ao 5S ou ele servir a nós? As duas coisas. É um serviço de mão dupla, de boa parceria.
No primeiro momento, é preciso prestar um serviço leve ao 5S, estudando-o, procurando conhecer sua natureza e como ele pode lhe ser útil. Felizmennte, a dedicação e o aprendizado podem ser recompensados imediatamente, com a prática do 5S em melhorias simples.
À medida que exercitamos o 5S, consolidamos nosso conhecimento sobre sua natureza.
Deixamos de ver o 5S como objeto de estudo; passamos a sentí-lo como instrumento que permeia todas as nossas atividades, facilitando o cuidado que nos compete cuidadr:os FATORES DE QUALIDADE( Ambientes, Pessoas, Equipamentos, Materiais, Métodos e Medidas).
Assim, o 5S passa a nos servir.
Assim, o 5S atua como um bom líder que nos mostra o caminho para a realização de nossos sonhos. O bom líder não é o que faz, mas o que abre os olhos para ver a nossa qualidade interior.
Wagner Matias de Andrade (veja mais no site www. 5s. com br)

sábado, 25 de setembro de 2010

Para Líderes - A ética dos pequenos atos.

Recebi um email alertando sobre as eleições, mas que tem em sua essência mostrar a ética em todas as atitudes, mesmo as mais simples. Leiam e reflitam.

A ética dos pequenos atos! (Eugênio Mussak)

É incrível como aprendemos sobre pessoas usando a técnica denominada “observação passiva”. Trata-se, simplesmente, de prestar atenção ao comportamento humano, especialmente nas pequenas coisas, sem interferir.
Tive recentemente uma experiência com a qual pude aprender sobre coerência de conduta. Eu estava na sala de embarque do aeroporto. Também estava ali um conhecido e controvertido político, desses que passam a maior parte do tempo dando explicações sobre suspeitas de corrupção.
Quando o funcionário anunciou o embarque, recomendou que se apresentassem primeiro os passageiros das filas 15 a 28. Os demais deveriam esperar. É uma técnica para agilizar a operação. Como eu estava na fileira 12, esperei. O político, porém, foi o primeiro a se postar no portão de embarque. Certamente estava no fundo do avião, pensei. Entretanto, quando entro no avião, ele está sentado em uma das primeiras poltronas.
Durante o vôo refleti sobre o episódio. Por que o fato me incomodava? Ele não havia atrapalhado a viagem, nem comprometera a segurança. Sim, mas, por menor que seja, o descumprimento a uma norma de conduta — ponderei — constitui uma contravenção. Pequena, inocente e até insignificante, mas, mesmo assim, uma contravenção.

Do episódio sobraram uma constatação e um aprendizado. A constatação: certamente, para ele, o negócio é levar vantagem, mesmo descumprindo as normas, do avião ou da República.

O aprendizado: a ética nas grandes coisas começa nas pequenas. As pessoas agem no atacado como no varejo. Creia, você é observado nas pequenas coisas — positivas e negativas –, principalmente se for o líder de um grupo. Sempre alguém notará as sutilezas de seu comportamento cotidiano e pensará: “Ele é assim”.
Para terminar a história do político, o motorista que me apanhou no aeroporto era seu eleitor e fã, a ponto de emocionar-se ao vê-lo. E comentou: “Ele é um bom político — rouba, mas faz”. O que me levou a perguntar-lhe: “O senhor não acha que ele poderia fazer sem roubar?”. “Mas ele é um político… São todos assim”, ponderou. Esse conceito conformista explica muita coisa. Segundo ele, quem detém o poder, e pode ajudar os outros, fica livre de freios morais, aplicáveis aos que dependem de sua compaixão.
Não se trata disso, e sim de obrigação. Ele foi eleito para cuidar dos interesses da sociedade, e não dos seus próprios. Sobre isso, diria Platão: “Ética sem competência não se instala. Competência sem ética não se sustenta”.

A não ser, é claro, que levar vantagem em tudo seja um traço cultural, o que significaria apunhalar a meritocracia. E isso não convém a ninguém que considere a ética um valor, especialmente se for um líder.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trabalho em Equipe

O trabalho em equipe proporciona a troca de conhecimento e agilidade de objetivos compartilhados.
Assita ao vídeo e reflita sobre a força do trabalho em equipe.




segunda-feira, 13 de setembro de 2010

"Dicas para um bom relacionamento no trabalho"


1-A diferança entre Epresários e empresários, é que enquanto aqueles estão sempre planejando, estes estão sempre construindo
2-Ter um empregado mal intensionado é ter um inimigo anônimo.
3-Qualquer problema, por mais difícil que seja, somente ficará sem solução a partir do instante que se abandonar as tentativas.
4-Espírito colaborativo é precioso num ambiente de trabalho. Eis alguns exemplos:Não dificultar o fácil, mas facilitar o difícil. Se souber, faça; se não souber, aprenda; se aprender, ensine; se lhe pedirem, ajude; se não pedirem, se ofereça.
5-Demorar horas para fazer um trabalho que pode ser feito em minutos, é exemplo típico de ineficiência. Isso reflete um alto custo e baixa produção. Remaneje a equipe. dinamize o pessoal, exija maior participação. Eficiência é a palavra!
6- Ao explicar como fazer um serviço e pressentir que não se fez entender, dê exemplos, ilustre, desça a detalhes. Não poupe esforços ou a execução final ficará comprometida.
7-Mesmo que alguém caia "na lona" ainda não é o fim. A lona é um lugar sólido para firmar os pés, erguer-se e reiniciar a luta!
8-Quando você precisar adular um empregado para fazer uma tarefa, é um claro sinal de que você perdeu o comando.
9-Se tudo que você diz tem conteúdo e verdades, você sempre será ouvido, não importa o que diga.
10-Somente o chefe que já foi "peão" sabe onde fica o calo que mais dói nas mãos dos "peões".
11- Se seus negócios não andam bem, você deve tomar a "frente" enquanto ainda há tempo. Sentir o vendával soprar e não recolher as velas, é deixar o barco naufragar sem tentar salvá-lo.
12-Mantenha sempre seu quadro de empregados motivado, em alto astral. Quando um empregado está feliz ele faz rápido, bem feito, não desperdiça material e nem se afadiga.
(Do livro:"Dicas para um bom relacionamento no trabalho"-Inácio Dantas)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Formação de Gestores


Ana Lagoa, diretora de jornalismo do Canal Futura, diz:"As empresas deveriam inibir a falta de educação, as grosserias e a agressividade. Isso teria que fazer parte da formação de gestores e da cultura das empresas."
Relacionando o comentário da jornalista com a disciplinaRH:"inibir as grosserias, a falta de educação e a agressividade", seria conseguido através de uma política mais rígida de treinamento e seleçaõ, o que deveria fazer parte da cultura organizacional.( Trecho de entrevista concedida a escritora Leila Ferreira e que faz parte de seu livro"A arte de ser leve")

Ronan Alves Ferreira, jornalista e redator da Rede Globo, comenta...

Ronan, uma vez brincou:"Os índices de HUMILDADE relativa do ar andam muito baixos nos ambientes de trabalho. A humildade, hoje, é uma virtude ameaçada de extinção. Assumir o que não somos, reconhecer nossas falhas, admitir nossa insignificância, querer genuinamente aprender com o outro, pedir ajuda, desculpar-se_ tudo isso destoa do que propõe nossa cultura:competir,"mostrar serviço", "cair matando", exibir-se, vangloriar-se, colocar-se no centro das atenções. Sem humildade,o peso de nossa bagagem aumenta. Aposentar a arrogância seria aposentar um "traje engomado" que dificulta nossos movimentos e os de quem tem a má sorte de estar perto de nós."( do livro:"A arte de ser leve" -LEILA FERREIRA)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Riscos do Investimento em Treinamento


A razão pela qual as empresas investem menos em treinamento é o receio do perda do investimento, pois o empregado pode deixar a empresa a qualquer momento e ainda poderá ir trabalhar para um concorrente.
Uma outra razão é a dificuldade de se calcular o retorno desse investimento que é sempre um investimento de longo prazo, enquanto as empresas são pressionadas a obter resultados no curto prazo.
Para evitar o risco da saída de pessoal, algumas precauções podem ser tomadas. O primeiro passo seria não concentrar o treinamento em poucas pessoas, treinando um grupo maior para que não ocorra concentração do benefício do investimento, diminuindo os riscos de sua perda. Além disso, elaborar um plano de aproveitamento desse pessoal, de modo que eles tenham um trabalho à altura do desenvolvimento que receberam, pois se ouver pouco aproveitamento do que foi ensinado o trabalhador podera se frustar levando a uma desmotivação e a saída do empregado.
Por fim todo treinamento formal deve ser avaliado, verificando se os treinandos assimilaram o que lhes foi passado e se haverá algum retorno para a empresa.

Leia mais em: Recursos Humanos: Princípios e Tendências