quinta-feira, 18 de novembro de 2010

RH Estratégico_Business Integrator


Além de todas as atribuições que o RH já tem, é preciso ainda ser um Business Integrator.
Um profissional de RH que vai ligar e integrar, todos os departamentos: técnico,produção, vendas,marketing, custo, logística, fiscal, segurança do trabalho e todos os demais, rumo aos objetivos planejados, definidos e necessários operacionalmente.
O RH Business Integrator pensa o negócio como um todo e age para integrar, e só ele é capaz de desenvolver esta tarefa com a competência, imparcialidade e transparência necessárias para atingir o resultado esperado.
O RH Business Integrator correlaciona de forma singular Gestão de Pessoas e negócio.
(http://www.rh.com.br/)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

À procura da Felicidade

O filme À Procura da Felicidade foi lançado em 2006, mas para quem ainda não assistiu eu recomendo.Retirei trechos do artigo de Rodrigo Constantino onde ele fala melhor sobre o filme.

O filme conta a história de Chris Gardner. Trata-se de um homem obstinado que luta para sobreviver e sustentar seu filho mesmo sob as mais árduas circunstâncias, sem que isso o faça ignorar os principais valores nem perder as esperanças. Gardner encontra-se nas mais desesperadas situações, sob constante pressão financeira, chegando a dormir no banheiro de uma estação de metrô e depois em abrigos. Nessa jornada angustiante, ainda é abandonado pela mulher, tendo que criar o filho sozinho. Mas nada disso o impede de manter o carinho e passar valiosas lições para seu filho, que depositara total confiança no pai. Os obstáculos parecem intransponíveis, mas a força de vontade de Gardner é ainda maior.

O filme retrata o "sonho americano", onde o trabalho duro individual pode levar qualquer um longe na terra das oportunidades. Logo no começo do filme, aparece o então presidente Ronald Reagan fazendo um discurso na televisão, e não creio ser por acaso. Neste discurso, o presidente está culpando os excessivos gastos do governo pela situação delicada em que a economia do país se encontra. As reformas adotadas nesta época foram cruciais para resgatar o crescimento econômico do país. Menos intervenção estatal, mais iniciativa privada, uma receita infalível.

Em uma determinada cena do filme, quando Gardner jogava basquete com seu filho, uma preciosa lição de vida foi passada aos espectadores. O próprio pai fala para o filho desistir do sonho de ser um campeão algum dia, e ao perceber o desânimo do garoto, lhe dá uma bronca, explicando que ele não deve jamais deixar outros - inclusive o próprio pai - colocá-lo para baixo, repetir que ele não é capaz de algo. A inveja faz com que outros tentem diminuir as habilidades alheias, desestimulando qualquer um que pareça um pouco mais capaz em determinada tarefa. O pai afirma então que o filho nunca deve ligar para isso, para o que os outros falam dele, e que nada deverá ficar entre seus sonhos e a realização deles. Proteja seus sonhos sempre! A responsabilidade é individual, e isso vale ainda mais em um país onde muitos esperam passivamente soluções milagrosas através do governo.

A postura do próprio Chris Gardner enfatiza esse abismo que separa os eternos fracassados daqueles que chegam ao sucesso. Logo no começo do filme, Gardner avista um indivíduo saindo de uma Ferrari em frente a um prédio comercial. Todos à sua volta pareciam felizes. Ele pergunta ao desconhecido o que ele fazia para poder ter aquilo, e a resposta muda sua vida. O homem diz que era corretor de ações, e que para tanto bastava ser bom com números e com pessoas. Gardner coloca na sua mente então que chegará lá um dia, e parte para um processo obstinado de tentativa, superando os mais absurdos obstáculos. O grande diferencial que vejo é o fato dele olhar o sucesso alheio e admirá-lo, querendo buscar para si algo semelhante. Isso é oposto ao que vemos, infelizmente com boa frequência, em pessoas invejando o sucesso alheio, e querendo destruí-lo ao invés de lutar para subir na vida por conta própria.

A integridade das pessoas não depende do saldo no banco. Fora isso, o filme desmonta a crença do Estado paternalista, que irá cuidar dos pobres. Pelo contrário, o governo aparece para tirar na marra e sem aviso o dinheiro que Gardner conseguiu juntar com a venda de scanners para médicos, alegando impostos atrasados. Foi a gota d'água que jogou Gardner na rua da amargura. Esse é um retrato da realidade. O governo, para dar algo, antes precisa tirar, e normalmente o fardo recai sobre os mais pobres.

Não deixem de assistir o filme. Em uma nação onde todos pensam somente no que o governo pode oferecer, onde a iniciativa privada é vista como inimiga do povo, nada mais urgente que um relato de uma história verídica, de um sujeito que conhece bem de perto a completa miséria, e sai dela por conta própria, tornando-se um multimilionário. E lembrando ainda que o dinheiro aqui é apenas um subproduto, um indicador do sucesso que Gardner teve na vida. Pois seu valor mesmo, como homem íntegro que soube vencer barreiras inacreditáveis e educar seu filho sob tais circunstâncias, esse não pode ser mensurado pelos seus milhões de dólares.


Empregabilidade



Definida por Rueda, Martins e Campos (2004), empregabilidade são "as ações empreendidas pelas pessoas para desenvolver habilidades e buscar conhecimentos favoráveis, com vistas a conseguir uma colocação no mercado de trabalho, seja ele formal ou informal."
Deste modo atualmente é valorizado o aprendizado e o conhecimento obtido através do ttrabalho.
O tema se resume nas respostas às seguintes perguntas:

1. Quanto a sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado?
2. Que “diferenciais nobres” você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?
3. Quais as razões que justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?
4. O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo.

O mundo necessita de proficionais competentes e éticos com determinação e visão de futuro.


Leia mais, retirado de:
http://administrandopessoas.blogspot.com/2010/09/empregabilidade-competencias-pessoais-e.html
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-empregabilidade/31256/

Operação de Guerra


(Atividade dada em sala de aula pela professora Fernanda em 16-11-2010)
Em apenas 6meses, a rede varejista Magazine Luiza selecionou,contratou e treinou 2000 funcionários para trabalhar nas 44 lojas que abriu em um único dia na Grande São Paulo.
Segundo Telma Rodrigues, diretora de RH do Magazine Luiza, mais importante do que contratar pessoas e treiná-las seria manter a cultura organizacional peculiar da rede:"Crescer sem perder a alma".
Após o processo seletivo, os candidatos não-aprovados podiam assistir no hotsite da empresa a um vídeo no qual a diretora superintendente, Luíza Helena Trajano, falava sobre as qualidades do profissional do futuro.
Os cuidados com a seleção e treinamento se refletiram já no dia da inauguração. A empresa não revela números, mas é fato que as vendas do primeiro dia de atividade das lojas paulistanas foram um recorde.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Trabalho & Ergologia

Organizado pelos franceses Yves Schwarz e Louis Derrive, o livro Trabalho & Ergologia: conversas sobre o trabalho humano, apresenta, em forma de conversas, um enfoque diferente sobre o conceito de trabalho: o ponto de vista da atividade humana. Este é o objeto de estudo da Ergologia, complexo de novas condutas no campo das ciências humanas e do trabalho que, em vez de estudar a simples execução de tarefas, se concentra no conceito de atividade. Segundo os organizadores da edição brasileira, Milton Athayde e Jussara Brito, "A Ergologia propõe uma análise 'situada', apostando na potência humana de compreender-transformar o que está em jogo, (re)inventando, criando novas condições e um novo meio pertinente - a si e à situação. Uma análise que opera com o ponto de vista da atividade, atraindo e permitindo um diálogo sinérgico entre profissionais oriundos de diferentes disciplinas científicas e profissionais que alimentam os saberes da prática". De acordo com Louis Durrive, Trabalho e ergologia... não é uma conclusão em si mesmo, mas o ponto de partida para outros debates sobre a questão do trabalho. "É um encadeamento de conversas guiadas por um fio condutor - o da atividade: conversas cuja ambição não é demonstrar, mas evocar, suscitar uma reflexão sobre questões da atualidade".


Trechos do capítulo 2 do livro Trabalho & Ergologia: conversas sobre o trabalho humano, organizado por Louis Durrive & Yves Schwartz, publicado pela editora EDUFF, 2010.

Este capítulo, trata-se de uma conversa com o ergonomista Jacques Duraffourg sobre “O trabalho e o ponto de vista da atividade”.

“Fui chamado por uma queijaria para ver se não havia um meio de automatizar a viragem dos queijos na fase de afinação do produto. Virar queijos não é um problema muito complicado para mim. Fui ver as instalações, fiz meu trabalho com seriedade, e concebi e implantei um robô que vira os queijos. E meu robô funciona muito bem: ele “vê” um queijo e paf (ele faz o gesto), ele o vira,nenhum problema. Alguns meses mais tarde o patrão me chama: existem problemas de qualidade, a frequência das reclamações de clientes aumentou e ele tinha até perdido fatias de mercado. É a afinagem que tem problemas, ele me diz.Como engenheiro de automação, eu não compreendo. Eu fui lá ver: ora, meu robô funciona muito bem: “ele vê” um queijo, e paf, ele o vira. Mas me vem agora na memória que as operárias, que faziam esta operação manualmente, não viravam todos os queijos: elas pegavam alguns, tocavam-no, as vezes os cheiravam e não os viravam. Talvez esteja aí o problema do meu robô”.

Levar a sério o trabalho que achamos que é simples

Esta história permite ilustrar perfeitamente a maneira como é possível interpelar a empresa a partir do trabalho. A discussão começou a partir do que parece, à primeira vista, uma anedota. A operação de virar os queijos é mais complicada do que todos pensavam. Ela foi reduzida a uma sucessão repetitiva de um mesmo gesto, enquanto não havia na realidade nenhum automatismo: cada gesto da operadora é o resultado de um diagnóstico que mobiliza seu nariz, sua sensibilidade tática, seu cérebro, evidentemente, a fim de tomar a cada vez uma decisão capital no que diz respeito à qualidade. É a partir desta visão simplista do trabalho que, num primeiro momento, foi tomada a decisão de automatizar a viragem dos queijos, que em seguida o robô foi concebido, e que por fim a supressão dos empregos foi decidida. No fim, a empresa perdeu faixas de mercado. O engenheiro de automação toma consciência disto no seminário: “meu robô não funcionava muito bem, o problema é que ele não sabe apalpar os queijos!”

(...)

Interroga-se ao mesmo tempo as escolhas do chefe da empresa, a concepção da tecnologia, da produtividade... Interroga-se também a maneira como o projeto foi conduzido. O engenheiro de automação foi ver a viragem dos queijos um pouco como um “turista”. As operadoras não foram chamadas a participar. Se elas tivessem sido associadas à escolha do robô, talvez elas saberiam explicar que a viragem não era sistemática, que de tempos em tempos é preciso respeitar vinte e quatro horas de distância, etc. Sem dúvida existe uma variedade de critérios: minha experiência me faz acreditar que a atividade é ainda bem mais complicada do que diz o engenheiro de automação. O que sempre acontece é que o investimento em um robô se traduz numa supressão de empregos. Não estou dizendo que não se deva colocar um robô para conservar os empregos. Estou dizendo que neste caso, as supressões de emprego – decisão grave, se for o caso – são em grande parte consequência de uma visão simplista do trabalho.

Aí está, para que serve o ponto de vista do trabalho...

(...)

Volto um instante ao meu exemplo do queijo. O que era visto do trabalho destas mulheres? Somente um gesto. No limite, se virar os queijos durante o dia todo só se reduzisse efetivamente a um gesto, se o trabalho só fosse isto na realidade, então automatizemos o mais rápido possível! Não vamos condenar as pessoas, oito horas por dia, a virar os queijos, se isto se limita a um gesto. Felizmente não é o caso. Por trás dos gestos os mais simples, há sensibilidade, estratégia, inteligência, todo um saber-fazer amplamente subestimado! Fazer ergonomia é, através da análise da atividade, dar conta desta riqueza. Fazendo isto descobrimos o quanto é escandaloso tudo o que impede, nas situações de trabalho, as pessoas de empregarem todas as suas potencialidades.É graças às mesmas que as empresas sobrevivem, que os produtos são de boa qualidade,que as máquinas recebem manutenção, etc. Fundamentalmente, é isto o ofício das pessoas.

domingo, 14 de novembro de 2010

Como lidar com a falta de motivação

A falta de motivação no trabalho é um sério problema dentro de uma organização, já que ela é essencial para seu bom desempenho. Ainda mais nos dias atuais onde a competição entre as empresas é cada vez maior, a desmotivação dos funcionários pode ser um fator que contribui para o fracasso de um negócio.

Esse vídeo mostra o que deve ser feito quando o funcionário se sente desmotivado em seu trabalho. Ele está disponível no site: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1363788-7823-ESPECIALISTA+FALA+SOBRE+A+MOTIVACAO+NO+TRABALHO,00.html


A diversidade nas empresas

A realidade atual vem apontando que aquelas empresas que apostam em equipes com integrantes com competências diversificadas afirmam que essa diversidade traz inúmeros benefícios para o ambiente organizacional. Muitas dessas empresas conseguem mostrar que essa atitude exerce um impacto no clima da organização.